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Jason Becker, nascido em Richmond (Califórnia, Eua) em 22 de julho de 1969, ficou conhecido aos 16 anos por sua técnica impressionante, fazendo covers de Malmsteen com muita personalidade em uma performance na Kennedy High School. Por falar em sua personalidade (musical), acredito que sendo construída com a influência de seus pais Pat e Gary Becker, os quais são músicos. Além de seu pai tocar guitarra, seu tio também tocava e Jason ganhou sua primeira com apenas 3 anos.

 


Jason Becker tocando Black Star de Yngwie Malmsteen

 

O seu estilo principal é o neo-clássico com heavy metal mostrado com a produção de Mark Varney ao lado de seu grande amigo Marty Friedman, a banda Cacophony, a qual lançou Becker como revelação e talento promissor. Gravou em 1987 o álbum “Speed Metal Symphony” com o Cacophony e em 1988″Go Off!” com a mesma banda. No mesmo ano, lançou se primeiro álbum solo “Perpetual Burn” que o consagrou e é considerado um dos melhores álbuns do gênero. Em 1991, gravou o álbum com um dos seus grandes ídolos, David Lee Roth, entitulado “A Little Ain’t Enough”, substituindo ninguém menos que Steve Vai. Jason sentia algumas pontadas na perna e em pouco tempo não conseguia mais tocar em pé e não pôde sair em turnê. Como alguns gênios da música, Becker teve uma carreira ativa curta, de 1987 a 1991. Sua doença chama-se Esclerose Lateral Amiotrófica, ALS, ou então  Doença de Lou Gehrig, uma doença degenerativa a qual paralisa gradativamente os músculos do corpo e ainda não tem cura e foram dados a ele dde 3 a 5 anos de vida. Poucos tempo depois, Jason só conseguia mover os olhos e esboçar uns sorrisos. Mesmo com o diagnóstico dos médicos, sua luta pela música não terminou, um computador específico permite o lendário guitarrista a compor apenas com os olhos. Em 1996, lançou seu segundo álbum “Perspective” composto inteiramente por ele, com exceção da faixa “Meet in the Morning” do Bob Dylan, as músicas foram tocadas por  Steve Perry, Michael Lee Firkins, Matt and Gregg Bissonette, Steve Hunter. O produtor Mike Bemesderfer ajudou-o na identificação das notas para escrever as músicas.

Ainda na carreira de Jason encontra-se o álbum “Raspberry Jams”, gravado em 1999, que conta com algumas faixas demo dele próprio que não foram gravadas em álbuns, algumas são trechos curtos, apenas ideias de novas canções. Em 2003, foi lançado o “Blackberry Jams” que foram trabalhos de Jason tocados por outros guitarristas como Steve Vai, Paul Gilbert, Marty Friedman, Joe Becker, Rusty Cooley e Mattias Eklundh e inclusive seu pai. Depois de muito tempo sem gravar (o que é muito coerente), em 2008 lança seu novo trabalho “Collection” que é uma coletânea que também contém sons novos tocados por Marty Friedman, Greg Howe, Joe Satriani, Michael Lee Firkins, Steve Vai, and Steve Hunter.

Em 2012 lançou um filme documentário da sua vida: “Jason Becker: Not Dead Yet“. Jason ainda recebeu dois tributos Warmth in Wilderness: Tribute to Jason Becker em 2001 e Warmth in Wilderness 2: Tribute to Jason Becker em 2002. Constantemente é homenagiado, guitarristas vão em sua casa e o emocionam com regravações de seus sons, como fez recentemente o guitarrista italiano Daniele Gottardo. Há também seu dvd “The Legendary Guitar of Jason Becker” que mostra muitos de seus trabalhos com entrevistas.

 


Trailer do documentário “Jason Becker: Not Dead Yet

 

Jason Becker é uma inspiração não só para mim que toco guitarra, mas uma inspiração de ser humano, sua determinação o que o mantém vivo até hoje, assim como ele diz. É um exemplo de coragem e luta.

“We live thinking we will never die.
We die thinking we had never lived.
Cut it out.” – Jason Becker

A história comovente do guitarrista serve de inspiração para muitos e venho, por meio desse post divulgar uma ideia que os grandes guitarristas brasileiros tiveram para arrecadar dinheiro para o tratamento da sua doença, lançaram um disco chamado “Heart of a Hero” com 19 faixas e todos os fins lucrativos irão para Jason.

Há o vídeo de divulgação, para ajudá-lo basta comprar ou baixar o cd

 

 

Para baixar o álbm é muito fácil, basta clicar AQUI e ir na parte de download do cd Heart of a Hero. Além de ajudá-lo, irá ouvir um grande álbum e conhecer vários guitarristas brasileiros que são muito talentosos com a maioria de sons instrumentais.

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Jason Becker – Perpetual Burn

Jason Becker é um guitarrista neo-clássico nascido em 1969, na Califórnia. Com uma educação vinda de músicos, respirando música de qualidade em sua infância, deu uma noção musical incrível, seu pai também guitarrista deu a ele a primeira guitarra com apenas 3 anos de idade. É possível encontrar na internet vídeos do mestre tocando com apenas 16 anos de idade músicas como Black Star do Yngwie Malmsteen, com direito a acrobacias no palco, realmente impressionante, inclusive pra época, com escassas fontes de estudo para os guitarristas, situação inversa comparado a hoje com esse universo gigante de informações na internet, acesso a várias videoaulas. Marty Friedman de olho nessa pérola, logo o chamou para fazer parte de sua nova banda, Cacophony, para ser o guitarristas de apoio e logo Becker mostrou sua personalidade e passou de coadjuvante para estrela. Assim sua fama viajou o mundo, adquiriu fãs japoneses e europeus. Com o fim da banda, o jovem foi convidado para substituir nada mais nada menos que Steve Vai, na banda de seu maior ídolo, David Lee Roth, vocalista do Van Halen. O que não esperava era a descoberta de uma doença, em 1990, chama ALS (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença degenerativa causadora de paralisia gradativa dos músculos. Felizmente, o álbum com David estava pronto, e então a doença começou com uma paralisia na perna. A previsão era de 5 anos parra sua morte, porém o mito sobrevive até hoje, movimentando apenas os olhos, comunicando e compondo até hoje suas músicas. Becker é fonte de inspiração e perseverança para muitos artistas e dois álbuns foram gravados em sua homenagem.

Ano:  1988

País:  EUA

Membros:

Jason Becker – Guitarra, Teclado, Baixo, Produtor
Marty Friedman – Solos de guitarra adicionais, co-produtor
Atma Anur – Bateria

Comentário:

“Perpetual Burn” é o primeiro álbum de sua fugaz carreira. O disco demonstra o virtuosismo de um grande músico, criado por uma família de músicos, apresenta influências de Fusion, Música Erudita, Jazz e tudo misturado com Heavy Metal, mais especificamente Speed Metal, vertente postumamente banida. Marty Friedman trabalhou com Becker concomitantemente no Cacophony e ajudou a produzir e um influenciou o outro. É muito perceptível a técnica exótica que Jason adquiriu devido a convivência com Marty, escalas japonesas e harmonias fundidas com música erudita. A fusão de tantas influências resultou de um dos álbuns instrumentais mais geniais de toda a história de um jovem prodígio de apenas 19 anos, já com um histórico impecável com dois impressionantes com a banda Cacophony. Friedman ainda ajudou a compor as faixas ” Temple of Absurd” e “Eleven Blue Egyptians” e interpretou os solos ao lado de Jason na música “Dweller in the Cellar”. “Altitudes” é uma daquelas músicas que te deixa totalmente satisfeito ao ouvir, apresenta todos os elementos possíveis de um grande hit, prova que Jason não é apenas um jovem com muita técnica, e sim um talento versátil capaz de compor maravilhas, também como a faixa “Air” com uma entrada no violão espetacular. Seguindo o feeling de Altitudes, temos os dois sons finais, “Dweller in the Cellar” e “Opus Pocus” que eu percebi uma influencia absurda do Marty Friedman, como ele dizia: Nós a cada dia aprendíamos mais um com o outro”. Nas músicas rápidas como “Perpetual Burn” e “Mable’s Fatal Fable”, o jovem não deixou a desejar, era uma de suas especialidades.

1. Altitudes
2. Perpetual Burn
3. Mabel’s Fatal Fable
4. Air
5. Temple of the Absurd
6. Eleven Blue Egyptians
7. Dweller in the Cellar
8. Opus Pocus

Tamanho: 95 MB

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