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Ajude Jason Becker

Jason Becker, nascido em Richmond (Califórnia, Eua) em 22 de julho de 1969, ficou conhecido aos 16 anos por sua técnica impressionante, fazendo covers de Malmsteen com muita personalidade em uma performance na Kennedy High School. Por falar em sua personalidade (musical), acredito que sendo construída com a influência de seus pais Pat e Gary Becker, os quais são músicos. Além de seu pai tocar guitarra, seu tio também tocava e Jason ganhou sua primeira com apenas 3 anos.

 


Jason Becker tocando Black Star de Yngwie Malmsteen

 

O seu estilo principal é o neo-clássico com heavy metal mostrado com a produção de Mark Varney ao lado de seu grande amigo Marty Friedman, a banda Cacophony, a qual lançou Becker como revelação e talento promissor. Gravou em 1987 o álbum “Speed Metal Symphony” com o Cacophony e em 1988″Go Off!” com a mesma banda. No mesmo ano, lançou se primeiro álbum solo “Perpetual Burn” que o consagrou e é considerado um dos melhores álbuns do gênero. Em 1991, gravou o álbum com um dos seus grandes ídolos, David Lee Roth, entitulado “A Little Ain’t Enough”, substituindo ninguém menos que Steve Vai. Jason sentia algumas pontadas na perna e em pouco tempo não conseguia mais tocar em pé e não pôde sair em turnê. Como alguns gênios da música, Becker teve uma carreira ativa curta, de 1987 a 1991. Sua doença chama-se Esclerose Lateral Amiotrófica, ALS, ou então  Doença de Lou Gehrig, uma doença degenerativa a qual paralisa gradativamente os músculos do corpo e ainda não tem cura e foram dados a ele dde 3 a 5 anos de vida. Poucos tempo depois, Jason só conseguia mover os olhos e esboçar uns sorrisos. Mesmo com o diagnóstico dos médicos, sua luta pela música não terminou, um computador específico permite o lendário guitarrista a compor apenas com os olhos. Em 1996, lançou seu segundo álbum “Perspective” composto inteiramente por ele, com exceção da faixa “Meet in the Morning” do Bob Dylan, as músicas foram tocadas por  Steve Perry, Michael Lee Firkins, Matt and Gregg Bissonette, Steve Hunter. O produtor Mike Bemesderfer ajudou-o na identificação das notas para escrever as músicas.

Ainda na carreira de Jason encontra-se o álbum “Raspberry Jams”, gravado em 1999, que conta com algumas faixas demo dele próprio que não foram gravadas em álbuns, algumas são trechos curtos, apenas ideias de novas canções. Em 2003, foi lançado o “Blackberry Jams” que foram trabalhos de Jason tocados por outros guitarristas como Steve Vai, Paul Gilbert, Marty Friedman, Joe Becker, Rusty Cooley e Mattias Eklundh e inclusive seu pai. Depois de muito tempo sem gravar (o que é muito coerente), em 2008 lança seu novo trabalho “Collection” que é uma coletânea que também contém sons novos tocados por Marty Friedman, Greg Howe, Joe Satriani, Michael Lee Firkins, Steve Vai, and Steve Hunter.

Em 2012 lançou um filme documentário da sua vida: “Jason Becker: Not Dead Yet“. Jason ainda recebeu dois tributos Warmth in Wilderness: Tribute to Jason Becker em 2001 e Warmth in Wilderness 2: Tribute to Jason Becker em 2002. Constantemente é homenagiado, guitarristas vão em sua casa e o emocionam com regravações de seus sons, como fez recentemente o guitarrista italiano Daniele Gottardo. Há também seu dvd “The Legendary Guitar of Jason Becker” que mostra muitos de seus trabalhos com entrevistas.

 


Trailer do documentário “Jason Becker: Not Dead Yet

 

Jason Becker é uma inspiração não só para mim que toco guitarra, mas uma inspiração de ser humano, sua determinação o que o mantém vivo até hoje, assim como ele diz. É um exemplo de coragem e luta.

“We live thinking we will never die.
We die thinking we had never lived.
Cut it out.” – Jason Becker

A história comovente do guitarrista serve de inspiração para muitos e venho, por meio desse post divulgar uma ideia que os grandes guitarristas brasileiros tiveram para arrecadar dinheiro para o tratamento da sua doença, lançaram um disco chamado “Heart of a Hero” com 19 faixas e todos os fins lucrativos irão para Jason.

Há o vídeo de divulgação, para ajudá-lo basta comprar ou baixar o cd

 

 

Para baixar o álbm é muito fácil, basta clicar AQUI e ir na parte de download do cd Heart of a Hero. Além de ajudá-lo, irá ouvir um grande álbum e conhecer vários guitarristas brasileiros que são muito talentosos com a maioria de sons instrumentais.

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Uma surpresa dramática em uma praça calma

 

 

 

Quando vi esse comercial, me lembrei daquele filme “A Caixa” que a mulher tinha que apertar o botão, e nesse caso era uma decisão difícil. No caso do comercial, o resultado do ato era um mistério. O canal TNT, conhecido por passar bons filmes, nos mostrou numa praça pacata na Bélgica que, em apenas poucos segundos, podemos construir uma história com muita ação e ao vivo. A reação das pessoas ao ver aquela encenação é de total surpresa, como era de se esperar. Imagine você andando na rua e do nada começa chegar ambulância desesperada, uma briga, um tiroteio, uma mulher de biquini dirigindo uma moto.

Records de velocidade na guitarra

Por que revolução? A Sik Pik é esse novo modelo de palheta que ultrapassou todas as barreiras de velocidade.
De acordo com o brasileiro Thiago Della Vega, a palheta adere melhor ao dedo e permite uma economia de tempo na subida e descida da palhetada. Um grande avanço tecnológico do instrumento.
Agora a pergunta, isso é bom? Sim e não. Sim porque com menos tempo o guitarrista consegue atingir a velocidade necessária para tocar sua música desejada e para aprimorar sua técnica. Entretanto, nos videos posteriores que postarei, o som da famosa “Flight of Bumblebee” ficou totalmente distorcido, se transformando em um zumbido desagradável. Analisando as músicas próprias de Thiago Della Vega, a musicalidade perde todo espaço pra velocidade. A obsessão do brasileiro começou desde pequeno, com 5 anos e dedicou sua vida ao instrumento. Então, eu vejo esse record como mais um record qualquer, como “O homem que colocou o maior número de canudinhos na boca”, não tem vínculo musical, é meramente um showzinho circense que nada contribui positivamente para a música.
O record que era de Thiago Della Vega em 2008 era de 320 bpm e depois foi superado e por fim, em Cannes, Della Vega com seus 750 bpm e agora surge outro guitarrista chamado Taylor Sterling com impressionantes 999 bpm. Isso é antimusical.

Se você acha Malsmteen, Rusty Cooley, Steve Vai, ou qualquer outro guitarrista rápido, seus conceitos podem mudar depois de verem os videos abaixo. Ao contrário desses guitarristas abaixo, os citados na frase anterior conciliam bem a velocidade mantendo a musicalidade como ponto forte e a velocidade é um modo de expressar suas emoções com estilo e muito estudo por trás.

Vanny: 500 BPM

 

 

Thiago Della Vega: 750 BPM

 

 

Taylor Sterling:  999 BPM

 

 

Ficção Científica

Existiram vários personagens na história da humanidade que inventaram muitas coisas sem querer, outros inventaram com o propósito de assim melhorarem a vida das pessoas, como Santos Dumont que, em 1932, viu sua invenção usada em combate durante a Revolução Constitucionalista em São Paulo contra o Governo de Getúlio Vargas. Imaginem a mente de Dumont perturbada, aos 59 anos, envolto de angústia a ponto de suicidar-se por ver-se criador de algo que estava sendo usado para um fim ruim, a guerra.
As máquinas de lava louça e roupas, micro-ondas, aspiradores de pó, computadores, ar condicionados, são invenções que possibilitam o homem possuir mais tempo para poder pensar, estudar e ser. Nós, muitas vezes, não percebemos como seriam nossas vidas sem tais máquinas, não damos valor a isso, e quanto mais tempo elas nos disponibilizam, mais tempo necessitamos. Um homem trabalhar na zona rural é improdutivo e gera muitos prejuízos comparados às novas colheitadeiras. Isso não é ficção científica.

Da década de 1970 até hoje produzimos mais conhecimento que todo o tempo da humanidade produziu, devido muitas vezes às tecnologias que facilitaram nossas vidas. Porém a tecnologia está associada ao grande capital, hoje, controlado por megacorporações. Gandhi já dizia isso em 1947: “O poder da máquina pode contribuir para o progresso econômico, mas alguns capitalistas utilizam esse poder sem se preocupar com os interesses do homem comum, por isso nossa condição está hoje deteriorada”.
Em vez de produzirmos e investirmos em pesquisas para o bem social, investimos no novo Ipod, que apesar de ser um equipamento fantástico que disponibilizou a compra de músicas originais e por baixo preço, é supervalorizado.
Steve Jobs disse: “As pessoas não sabem o que precisam até mostrarmos para elas.” Diante do materialismo dialético, o qual as propagandas e empresas nos dizem que merecemos tal produto, Jobs ironiza seu próprio ato. Foi um homem muito inteligente ao perceber que os aperfeiçoamentos que fazia para seus produtos eram cobiçados e inclusive confundidos pelas pessoas como necessidades.
Realmente necessito de um Iphone 4?
Tenho convicção de que se esse dinheiro em vez de ser usado para pesquisas de novos aplicativos, fosse aplicado para pesquisa de câncer, com certeza teríamos evoluído muito próximos de chegar à cura de alguns tipos.
O avanço tecnológico além de o homem estar o limitando a certas áreas, não é acompanhado pelo avanço dos indivíduos. A sensibilidade humana tem-se perdido e isso inova a sociedade. Acredito que não estamos mais convivendo em uma sociedade orgânica, como descrevia Durkheim, e sim numa nova sociedade, artificial.
O trabalho na sociedade vista como um organismo era derivado de talento e de especialização. Já na artificial, com o desenvolvimento descontrolado da tecnologia, o trabalho contribui para a formação de indivíduos que são incapazes de entender e analisar o mundo em que vivem e tornam-se alienados. Tudo isso porque os principais valores humanos estão sendo perdidos e muitos outros transformados. As pessoas se perdem devido às inúmeras opções de ser humano, e acabam por ser nada. Será possível retomar tais valores antes de começarmos a criar robôs, como Kara, do vídeo abaixo?

 

Discurso sobre violência (Marilyn Manson)

O vídeo é um discuro de Marilyn Manson sobre a violência, trazendo-nos algumas possíveis causas da violência nos EUA. De modo geral, acredito que ninguém melhor para dscutir algum assunto que alguém que viveu aquilo. Esse é um caso. Manson sofreu violência tanto sexual quanto física, bullying. A sociedade norte-americana é muito vinculada aos esportes, vide as bolsas na faculdade para quem pratica e no ensino médio e fundamental, quem são os descolados? Os atletas. Achei o ponto de vista dessa raiz do problema ter uma parcela de culpa dos esportes, no mínimo, interessante, nunca havia pensado a respeito. E faz sentido, com os argumentos articulados inteligentemente pelo artista. Esse pensamento é tão arraigado no povo que não percebemos a influência que pode gerar. O contraponto entre nerds e os descolados esportistas. Nerds são a escoria e os esportistas, os maiorais. Mas são os nerds que avançam a ciência e evoluiu até mesmo nos, tão queridos, esportes. E os atletas? A função é o entretenimento.
Bom, é um grande discurso, espero que gostem.

Parte 1

 

 

Parte 2

Cover

Todos julgamos pelo menos alguma vez alguém pela sua aparência. Até aí acredito que tudo bem, pois a aparência é mesmo a primeira impressão. O problema é que tenhamos preconceitos ou deixarmos de conhecer alguém por causa disso. Não tem como fugir, sempre alguém vai reparar em você pelo que você usa, suas tatuagens e estilo, até pode ser julgado por quem você anda. E você também fará isso. É a natureza humana. E podemos conseguir parar de fazer isso, principalmente depois que temos amigos e conhecidos que tem estilos diferentes do seu. Basta treino. Como, por exemplo, sou alguém que estuda em uma escola católica, mas sou ateu. Por conviver com pessoas religiosas, aprende-se a lidar com elas, a entendê-las e principalmente, a respeitá-las. Ou então, tenho amigos que fumam, mesmo não concordando não fico enchendo o saco deles para que parem de fumar. Afinal espero que todos tenhamos consciência do que fazemos, e por isso confiamos em nossos amigos e no que eles fazem.

Rick Genest ou Zombie Boy pode ser considerado uma exceção visto que, com muitas tatuagens fora do padrão, e ainda com uma beleza muito diferente, é modelo. Sua tatuagem pode chegar a ser perturbadora por retratar o corpo humano como um corpo em decomposição, numa nova arte. Alexandre Herchcovitch, estilista brasileiro, organizou um desfile para o SPFW em 2010, baseado no filme “O Sétimo Selo” de Ingmar Bergman, usou a figura de Genest como base para a caracterização dos modelos.

E inclusive trabalhou com Lady Gaga no clipe “Born This Way”, o que o promoveu ainda mais. Esse comercial de um demaquilante é muito legal e realmente nos faz (mulheres!) querer compra-lo.

Hoje, ele faz sucesso. Isso demonstra que mesmo sendo diferente, você pode participar da mídia. Adele também é um exemplo, a cantora famosa mundialmente é gordinha. Nem por isso seu talento ficou de lado. Por que na verdade o talento que importa. Fico muito triste quando vejo artistas não reconhecidos pelo seu talento por causa do estilo ou por considerarem-nos antiquados ou antigos. Mas ainda há esperança.

O “making-off”:

O outro e nós

A humanidade é constituída por nós, e não pelo EU. Não vivemos para sermos individuais: as palavras sociedade, população, povo, humanidade são singulares, são a representação de todos, a substituição do EU pelo Nós. Mas há sempre como dividirmos as pessoas, há sempre grupos, e temos que respeitá-los. E todos, independente à que grupo pertença, tem sentimentos humanos. Sentimentos que prevalecem e acompanham a humanidade por diversos motivos. Um deles é a indiferença, pois é mais fácil desprezar do que assumir o coletivo mundo, pois assim, ignorando, não vemos para que agir, não fazemos nada, e assim tudo continua sendo como sempre foi.

Anteriormente a indiferença sobre os problemas humanos existia pela ignorância destes, como no século XIX, em Nova Iorque. Jacob Riis foi o primeiro fotógrafo à tirar uma foto de uma situação desumana, para denunciar as misérias da população imigrante. Isso, na época, causou impacto e fez com que os governantes da cidade tomassem atitudes. As pessoas morriam em massa e a elite desconhecia a causa dessas mortes, com a foto a seguir, Jacob Riis, para mim, é um jornalista.

Já hoje a indiferença existe pela banalização destes. A falta de atitude, caráter, solidariedade vinda do Homem Moderno é fruto da exposição frequente que sofre hoje. Como vemos muitas coisas ruins, por serem comuns, lidamos como se fosse normal. Mas não é. Os sentimentos são o que motivam e inspiram o Homem a agir, e a falta de ação significa que os homens estão imunizados pelos sentimentos, por que foram criados vendo as condições ruins da sociedade: pessoas drogando-se, vivendo em locais desumanos ou nas ruas, morrendo ou matando… E as mídias nos mostram essas tragédias com muita frequência. Assim, a presença da morte é banalizada, e por tanto a da vida também.

A indiferença de um homem diante do próximo é a própria morte. Se o outro não existe para ele, logo não saberá quem é, visto que o outro é quem diz quem e como somos. Visto que é por causa do outro que aprendemos a viver e nos comportar em sociedade. Ignorá-lo é ignorar a si mesmo.

George Carlin – 10 Mandamentos

Mais uma vez com George Carlin, um dos meus maiores ídolos, dessa vez discute sobre os 10 mandamentos. Sua argumentação começa sobre o número, por que 10? Sim, como ele diz, foi forçada para atingir o número 10 com frases negativas, demonstrando mais autoridade, ou seja, falar “Não faça isso” é muito mais impactante do que “Faça aquilo”. Carlin sabe o que fala e nesse stand-up, com mais crítica que humor, como em todas suas apresetações, faz-nos pensar sobre. É muito interessante como ele já parte do pensamento que todos seus espectadores tem uma base forte nesse assunto e nunca subestima suas mentes. Os dez mandamentos chegam a ser fúteis, com dois falando coisas parrecidas, um bom modo de manipular os ignorantes. Se isso acontecesse hoje talvez a história não seria a mesma.

Retornar

Existência, apenas, não basta. Existir, apenas, para o mundo capitalista não é o suficiente. Além de ser, precisamos ter. E quem nada tem torna-se à margem da sociedade, torna-se parte de um submundo. As ruas, barulhentas e vivas de dia, silenciosas à noite, são e lar de muitos. Ruas, as quais são seguidas por esses seres humanos sem nada além de si mesmos, além de quem é, além do que viveu. Seres humanos que seguem as ruas, com todas as esquinas que não o levam à lugar nenhum.

Pessoas, que tem desejos, pensamentos e coração; que moram nas ruas por ocasião, sem oportunidades para voltar à sociedade. Tratadas muitas vezes como lixo, por alguns, que não querem ver seu bairro nobre “sujo”, querem limpá-lo, tratando essas pessoas como lixo.

O tirar de um bairro e colocar em um albergue, por exemplo, não vai permitir que ele saia da rua, não vai resolver o problema nem dele, nem de quem o vê como um indesejável. Ou não o vê.

Isso só se resolverá quando as pessoas perceberem que essas pessoas sonham. Alguns mostram isso fazendo algumas loucuras, como se vestir estranho, ou fazendo aquilo que sabem, escrevendo ou tocando instrumentos, como no filme O Solista. Onde depois de anos de solidão e alienação, tocando violino, um jornalista o vê, percebe sua presença, sua manifestação do Eu, e o tenta trazer à sociedade, mas por ter ficado tanto tempo longe e por ter tantas alucinações, não consegue se adaptar.

Dar a oportunidade dos moradores de rua retornarem ao mundo é a real solução, e não os tirando de um lugar e colocando em outro, e não os batendo nem os queimando. É dar essa oportunidade, se eles vão ou não retornar, isso não depende de nós sociedade, é uma decisão deles. A nossa obrigação, enquanto cidadãos, é deixa-los ter contato conosco, e trata-los como um igual, independentemente de tudo.

 

Sam Harris é um escritor, filósofo e neurocientista estadunidense. Com grande base teórica científica, Harris, através de seus livros ou vídeos, incentiva com bons argumentos o questionamento da religião, os motivos de ela ter uma barreira ética, moral e isso influencia em tudo, nas concepções do povo sobre espiritualidade, ética; é um bloqueio ao avanço da ciência e da nossa mente. Apesar de ateu, sua abordagem é diferente da maioria dos ateus que atacam fortemente à religião. Sam usa argumentos de forma sutil, mostrando-nos com exemplos simples como a religião está em decadência e a ciência está matando-a aos poucos.

Pérolas do Cinema Nacional

Bom, pra começar, o cinema nacional passou por uma época chamada pornochancado, começada nos anos 70, passando forte pelos anos 80, rendeu várias pérolas como na maioria dos exemplos desse top 10. Clássicos como “Pistoleiro chamado Papaco” conquistou as primeiras posições merecidamente por diálogos totalmente surpreendentes, ou como no diálogo dos jogadores de futebol Casagrande e o Pelé. Mas não é só desse estilo que o cinema nacional vive de pérolas, os recentes “Meu nome não é Johnny”, “Cidade de Deus” ou “Tropa de Elite” também apresentam falas sem noção que marcam o filme. Os palavrões criativos são os pontos fortes dos filmes sem abordagem sexual. Enfim, um top 10 que merece ser visto.

Louis C.K. – Shameless

Louis Szekely, nascido em 1967, artisticamente chamado Louis C.K. roterista, diretor, editor, ator e comediante de stand-up (que é o video que postarei). Na televisão está participando em um seriado chamado Louie que ele escreve, dirige e edita. Falando sobre Shameless, seu DVD, a forma que Louis domina o palco e o público me lembrou muito George Carlin, que é uma de suas influências. O título já diz tudo, os temas que Louis cita no seu show são bem ousados, é bem peculiar quando fala por exemplo da sua própria forma de atuar ali no palco, dizendo que está mentido em relatar uma certa história. Sem contar que ele expõe muito sua imagem ao ridículo em certas situações, pra nós que assistimos ficamos em choque pensando: não acredito que ele tá falando isso! a autozoação é um ponto forte seu. Enfim vale a pena conferir, grande comediante.

 

Tim Minchin – The Good Book

Tim Minchin é um ator, comediante e músico australiano nascido em 1975. O segmento mais conhecido é a comédia musical a qual ele apresenta internacionalmente e rendeu alguns prêmios. Neste vídeo, Tim Minchin satiriza a bíblia e o catolicismo, com seu pensamento que a igreja nunca deveria ser imune à sátira. Ele, com caretas e entonação excelente, sem contar a música ser boa também, atinge seu objetivo que é cutucar as religiões e ainda consegue a simpatia da platéia.

 

Atheist Experience é um programa ateu transmitido ao vivo no Texas, constituído por uma dupla de apresentadores que se alternam em cada programa. O ponto alto do programa é quando os cristãos ligam e debatem com os dois apresentadores sobre religião. Nesse vídeo O participante quer provar a existência de Deus com um fato aleatório improvável de se acontecer, o que é um argumento fraquíssimo, pois fatos inesperados acontecem o tempo todo e isso não é uma prova que Deus existe. Obviamente criou-se o humor pelo participante ter respondido suas próprias perguntas e contradito seus próprios argumentos.

George Carlin – Salvem o Planeta

Segundo video que posto do George Carlin. Dessa vez mais crítico a respeito do aquecimento global e da defesa dos animais em extinção. Seu ponto de vista sobre ambientalistas e meio ambiente é muito forte, e como sempre convicto, e diverge do senso comum divulgado tantas e tantas vezes. Realmente, o planeta passou por muitos dias piores e sobreviveu e é muita arrogância do ser humano achar que estamos protegendo ele, sendo que na verdade estamos protegendo as nosssas peles e dos nossos herdeiros para poderem ter uma vida com qualidade. Como diz George, com grande senso de humor, esses ambientalistas só pesquisam para protegerem seu habitat, usam o conhecimento para isso, não para salvar o planeta. Os biólogos argumentam para salvar as espécies em extinção porque essa profissão que eles escolheram e faz parte dela se preocupar com isso e se eles se importam, não encham nosso saco com tanta besteira de protegê-los, já que 25 espécies são extintas por dia, porque uma determinada espécie merece não ser extinta? e sobre as outras 24?

 

Sete bilhões para pensar sobre sete bilhões

Planeta Terra, moradia de tudo o que conhecemos e desconhecemos. Museu em construção constante pela humanidade. E ao mesmo tempo em que somos seus engenheiros, somos seus destruidores, e o modificamos conforme nossos interesses. E estamos prestes a mudá-lo novamente, pois a humanidade terá, até o fim do ano, 7 bilhões de filhos. Nós, como nunca antes, teremo melhores condições de vida do que em outras épocas: educação, saúde, liberdade de expressão, acesso cultural amplificado, interação com todo o mundo; e ao mesmo tempo teremos os mais diversos e difíceis desafios a enfrentar.

A mudança de comportamento será muito boa. Assim como há países emergindo, há famílias também, há muitas em muitos países. Tornou-se fácil emergir, para quem quiser entrar no mercado de trabalho, necessitarão de estudo especializado. Já aos países subdesenvolvidos sugiro que levemos o estudo, para poderem pensar melhor sobre si mesmos e suas famílias, e assim passarão a serem planejadas em benefício próprio, em busca a melhoria de vida. Se isso ocorrer, virão mudanças boas para o bem social.

Porém as mudanças ambientais é que não são boas, vem aumentado junto ao número de habitantes no planeta. O consumo aumentará, assim como a produção e o número de empregos. Um bem para a economia. Para a economia.

Concorrências e crises surgirão novamente por causa da necessidade das fontes energéticas renováveis, água, território, mais de 7 bilhões de causas para um conflito.

O aumento populacional pode realizar o que a desigualdade não pode: fazer as pessoas se conscientizarem dos problemas ambientais que causam, já que isso será uma ameaça a elas.

Mesmo com o grande número de pessoas, 7 bilhões, como é mostrado no vídeo, ocupam Los Angeles, logo o espaço não é problema, e sim a forma como crescemos rápido.

Para conquistarmos um mundo com mais igualdade e consciência é preciso que a tecnologia esteja voltada à vida, e não ao capital e consumo como está. Teremos de redefinir muitas áreas e agora, pois não podemos esperar mais nenhum minuto, já que nesse minuto, trezentas pessoas nascem.

Disconnect to Connect

Diante de um mundo com conexões rápidas e diversas relações , ser alguém é ser muitos. Somos pais, filhos, casados, estudantes, amigos; dependendo da pessoa com quem falamos. Todas as relações e a velocidade do mundo atual exigem,  por meio da tecnologia, que importemos produtos, pessoas e culturas diferentes.  As pessoas conseguem facilmente acessar a internet e celulares para se manterem conectados e esquecem do contato offline, tornando cada vez mais difícil relações duráveis e significativas. Isso por conta da Impessoalidade que surge, com os homens se individualizando cada vez mais; porém o ser humano não se isola, necessita de pessoas e de contatos. Por isso a segunda maior fabricadora de celulares DTAC da Tailândia criou um comercial nos mostrando como essa evolução tecnológica afeta a vida social dos usuários. Apesar de parecer um tanto contraditório para uma empresa ligada a comunicação, penso que é uma atitude muito ousada em querer passar uma mensagem, não em benefício próprio, mas em benefício dos usuários.

George Carlin – Religião é Besteira

George Carlin, nascido em 1937 nos EUA, foi um ator, humorista polêmico e pioneiro no humor com crítica social. Sua maior característica é ser ateu convicto e atacar as religiões, o que ocasionou inúmeras prisões a causa maior de toda sua polêmica. Apesar desse lado, George Carlin também fala em seus stand-ups sobre diversos temas como planeta, costumes, política, sempre mostrando um ponto de vista incomum com argumentos fortes. Infelizmente essa figura importante morreu em 2008 com já seus 71 anos.

O primeiro video que postarei é “Religião é Besteira” o qual argumenta sobre a existência de Deus, questiona as orações, faz uma comparação maravilhosa entre Sol e deus. Não recomendo ver quem não tem a mente aberta pois a convicção dele é assustadora sobre religião e deus e pode causar desconforto para quem é religioso. Achei demais a reação do público com suas frases extremamente pesadas, riram muito. Também leva-se em conta que quem vai assisti-lo tem ideia do que irão ouvir. Para os ateus não-convictos, esse video é aquele passo a mais. Carlin persuade, e o humor faz parecer tudo ridículo, o que aumenta a credibilidade das ideologias contra o teísmo. Esse video é uma raridade conseguir assistir decentemente. O youtube, o dailymotion constantemente tiram do ar o video por ser bem forte mesmo ou então tiram o audio do video. Bom, postarei o video com o audio censurado. Vocês podem ou optar em vê-lo assim mesmo ou seguir o link abaixo (com áudio e video perfeitos)

 

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Kseniya Simonova – Animação com Areia


Kseniya Simonova é uma artista ucraniana que faz performances criando animações com areia. Nascida em 1985, foi vencedora da versão ucraniana do Britain’s Got talent em 2009. Em sua apresentação retratou a segunda guerra mundial de sua pátria contra os nazistas, emocionando a platéia, com ajuda também de um fundo sonoro brilhante. Aqui está o vídeo de apresentação.