Category: Músicas


Caliban – I Am Nemesis

Caliban é uma banda de metalcore formada em 1997 e logo que se formaram já começaram a produzir material para seus, os quais até hoje não foram lançados em nenhum dos seus álbuns. No início a banda se chamava Never Again e depois de seis meses, assumiu o nome atual. A banda gravou dois split albuns com a banda Heaven Shall Burn. Caliban hoje é uma das bandas mais influentes na Europa no cenário do metalcore.

Ano:  2012

País:  Alemanha

Membros:

Andreas Dörner – Vocalista
Denis Schmidt – Guitarra, Vocais Limpos
Marc Görtz – Guitarra
Marco Schaller – Baixo, Backing Vocals
Patrick Grün – Bateria

Comentário:

“I Am Nemesis” é o oitavo disco da banda e vem seguindo a linha dos dois últimos. Até escrever esse post ouvi apenas esses três últimos mas foi possível entender a proposta da banda, com letras pesadas como na “24 Years” do “Say Hello To Tragedy” que abre o cd destruindo tudo. A capa de um rosto funéreo semelhante a um corpse paint, até mais macabro por parecer uma foto de um morto em preto e branco dá uma falsa expectativa nas letras. Na “Memorial”, um dos meus sons preferidos deles, com a ajuda do clipe e da letra podemos acabar com a ambiguidade de interpretação. Mas ainda há letras bem críticas e ferozes. O vocal limpo nos refrões são o ponto mais forte do álbum. Um refrão espectacular é da última faixa “Modern Warfare” que mistura o scream com o vocal limpo, uma combinação impecável.

 

01 – We Are the Many
02 – The Bogeyman
03 – Memorial
04 – No Tomorrow
05 – Edge of Black
06 – Davy Jones
07 – Deadly Dream
08 – Open Letter
09 – Dein R3.ich
10 – Broadcast to Damnation
11 – This Oath
12 – Modern Warfare

 

Tamanho:  77 MB

Download

 

Eluveitie – Helvetios

Eluveitie é uma banda de folk metal com elementos de melodic death metal formada em 2002 por Chrigel Glanzmann. Logo em 2003 lançaram seu EP “Vên”, mas só em 2006 gravaram seu primeiro álbum de estúdio “Spirit” que definiu melhor o estilo da banda, totalmente próprio. A mistura dos elementos é muito rica, com vocais rasgados, guturais, femininos, violinos, hurdy-gurdy, gaita de fole, flauta sem contar os principais instrumentos do estilo como baixo, guitarra, bateria. A banda investe bastante na cultura céltica e gaulesa e algumas músicas são cantadas em gaulês. As letras são baseadas em textos escritos em gaulês sobre evocação de espíritos e de deuses. O nome “Eluveitie” vem da tradução etrusca de “Helvetios” da língua céltica que se refere ao habitante da cidade de Mantua (300 a.C.).

Ano:  2012

País:  Suíça

Membros:

Sime Koch – Guitarra, Mandola
Pade Kistler – Diversas Gaitas de Fole
Anna Murphy – Hurdy Gurdy, Vocal
Chrigel Glanzmann – Vocal, Tubos Uilleann, Harpa de bardo, Mandola, Bodhrán
Kay Brem – Baixo, Voz de Caesar em “Havoc”
Meri Tadic – Violino
Ivo Henzi – Guitarra
Merlin Sutter – Bateria

Comentário:

“Helvetios” é o quinto álbum da banda. É o segundo conceitual e foca nas guerras gaulesas da perspectiva do ancião Helvetii. Assim como nos lançamentos anteriores, a banda procura sempre espalhar bem os sons mais vibrantes, intercalando com “discursos” como na “Scorched Earth”. Creio que a intenção dos músicos não é apenas mostrar sua música e mas também sua cultura que parecem se orgulharem tanto. A música folk é exatamente isso, mostrar sua própria cultura, cantando dos mais diversos e estranhos idiomas. Ainda que Eluveitie canta esmagadoramente mais em inglês.
Um fato que houve com a banda é que perdeu um pouco da velocidade na bateria comparado ao “Vên” e o “Spirit” (primeiros lançamentos) e foi positivo isso. Destaca mais os outros instrumentos (não que não tinham seus destaques antes). A gaita de fole, o hurdy-gurdy e o violino tem um destaque impecável, a forma como entram e saem é totalmente harmonioso. Destaque para a bela atuação no vocal feminino de Anna Murphy nas faixas “A Rose for Epona” e “Alesia” e destaques gerais para “Helvetios”, “Neverland” e “Uxellodunon”.
Enfim, a banda evolui a cada álbum, sempre inovando em algum aspecto. Um dos grandes discos até então de 2012.

01. Prologue
02. Helvetios
03. Luxtos
04. Home
05. Santonian Shores
06. Scorched Earth
07. Meet The Enemy
08. Neverland
09. A Rose For Epona
10. Havoc
11. The Uprising
12. Hope
13. The Siege
14. Alesia
15. Tullianum
16. Uxellodunon
17. Epilogue

Tamanho:  108 MB

Ajude Jason Becker

Jason Becker, nascido em Richmond (Califórnia, Eua) em 22 de julho de 1969, ficou conhecido aos 16 anos por sua técnica impressionante, fazendo covers de Malmsteen com muita personalidade em uma performance na Kennedy High School. Por falar em sua personalidade (musical), acredito que sendo construída com a influência de seus pais Pat e Gary Becker, os quais são músicos. Além de seu pai tocar guitarra, seu tio também tocava e Jason ganhou sua primeira com apenas 3 anos.

 


Jason Becker tocando Black Star de Yngwie Malmsteen

 

O seu estilo principal é o neo-clássico com heavy metal mostrado com a produção de Mark Varney ao lado de seu grande amigo Marty Friedman, a banda Cacophony, a qual lançou Becker como revelação e talento promissor. Gravou em 1987 o álbum “Speed Metal Symphony” com o Cacophony e em 1988″Go Off!” com a mesma banda. No mesmo ano, lançou se primeiro álbum solo “Perpetual Burn” que o consagrou e é considerado um dos melhores álbuns do gênero. Em 1991, gravou o álbum com um dos seus grandes ídolos, David Lee Roth, entitulado “A Little Ain’t Enough”, substituindo ninguém menos que Steve Vai. Jason sentia algumas pontadas na perna e em pouco tempo não conseguia mais tocar em pé e não pôde sair em turnê. Como alguns gênios da música, Becker teve uma carreira ativa curta, de 1987 a 1991. Sua doença chama-se Esclerose Lateral Amiotrófica, ALS, ou então  Doença de Lou Gehrig, uma doença degenerativa a qual paralisa gradativamente os músculos do corpo e ainda não tem cura e foram dados a ele dde 3 a 5 anos de vida. Poucos tempo depois, Jason só conseguia mover os olhos e esboçar uns sorrisos. Mesmo com o diagnóstico dos médicos, sua luta pela música não terminou, um computador específico permite o lendário guitarrista a compor apenas com os olhos. Em 1996, lançou seu segundo álbum “Perspective” composto inteiramente por ele, com exceção da faixa “Meet in the Morning” do Bob Dylan, as músicas foram tocadas por  Steve Perry, Michael Lee Firkins, Matt and Gregg Bissonette, Steve Hunter. O produtor Mike Bemesderfer ajudou-o na identificação das notas para escrever as músicas.

Ainda na carreira de Jason encontra-se o álbum “Raspberry Jams”, gravado em 1999, que conta com algumas faixas demo dele próprio que não foram gravadas em álbuns, algumas são trechos curtos, apenas ideias de novas canções. Em 2003, foi lançado o “Blackberry Jams” que foram trabalhos de Jason tocados por outros guitarristas como Steve Vai, Paul Gilbert, Marty Friedman, Joe Becker, Rusty Cooley e Mattias Eklundh e inclusive seu pai. Depois de muito tempo sem gravar (o que é muito coerente), em 2008 lança seu novo trabalho “Collection” que é uma coletânea que também contém sons novos tocados por Marty Friedman, Greg Howe, Joe Satriani, Michael Lee Firkins, Steve Vai, and Steve Hunter.

Em 2012 lançou um filme documentário da sua vida: “Jason Becker: Not Dead Yet“. Jason ainda recebeu dois tributos Warmth in Wilderness: Tribute to Jason Becker em 2001 e Warmth in Wilderness 2: Tribute to Jason Becker em 2002. Constantemente é homenagiado, guitarristas vão em sua casa e o emocionam com regravações de seus sons, como fez recentemente o guitarrista italiano Daniele Gottardo. Há também seu dvd “The Legendary Guitar of Jason Becker” que mostra muitos de seus trabalhos com entrevistas.

 


Trailer do documentário “Jason Becker: Not Dead Yet

 

Jason Becker é uma inspiração não só para mim que toco guitarra, mas uma inspiração de ser humano, sua determinação o que o mantém vivo até hoje, assim como ele diz. É um exemplo de coragem e luta.

“We live thinking we will never die.
We die thinking we had never lived.
Cut it out.” – Jason Becker

A história comovente do guitarrista serve de inspiração para muitos e venho, por meio desse post divulgar uma ideia que os grandes guitarristas brasileiros tiveram para arrecadar dinheiro para o tratamento da sua doença, lançaram um disco chamado “Heart of a Hero” com 19 faixas e todos os fins lucrativos irão para Jason.

Há o vídeo de divulgação, para ajudá-lo basta comprar ou baixar o cd

 

 

Para baixar o álbm é muito fácil, basta clicar AQUI e ir na parte de download do cd Heart of a Hero. Além de ajudá-lo, irá ouvir um grande álbum e conhecer vários guitarristas brasileiros que são muito talentosos com a maioria de sons instrumentais.

Ano:  2005

País:  Japão

01. 1 littoru no namida -Main Theme-
02. hurdle wo koete
03. anata ga oshiete kure tamono -ai no Theme-
04. yasashisa ni tsutsumarete
05. anji
06. sunadokei
07. kimi e no Long Pass
08. rakujitsu
09. shinobiyoru byouma
10. furi aoge ba aoi sora
11. namida no imi
12. senkoku
13. mou utae nai
14. te wo nobase ba anata ga
15. kunou no senritsu
16. nagare yuku jikan
17. sagashi te goran
18. nigiyaka na danran
19. toumei na sekai
20. seimei aru kagiri -Sub Theme-
21. Only Human (Piano Version)
22. konayuki (Piano Version)
23. Only Human (Cello Version)

Extras:
01. Remioromen – Konayuki (1 Litre of Tears)
02. Remioromen – 3gatsu 9ka (1 Litre of Tears)

Comentário:

“Um litro de Lágrimas” é uma minissérie japonesa que fez grande sucesso pois eternizou em forma de vídeo uma história real da garota interpretada pela personagem Ikeuchi Aya. Por volta de 20 anos antes da série passar, ocorreu o fato com a forte protagonista que, aos 15 anos, descobre ter uma doença chamada Degeneração Espinocerebelar – uma doença que deteriora o cerebelo gradualmente até o ponto que a vítima não pode andar, falar, escrever, ou comer. A doença não afeta a mente nem a memória. Em meio a isso, sua situação piora a cada vez mais em sua nova escola, com suas amigas e descobre a verdadeira “amizade” com seu amigo Asou Haruto. A minissérie apresenta 11 episódios, com média de 40 minutos cada. A trilha sonora é um ponto muito forte, uma das responsáveis por expressar tanto sofrimento vivido pela personagem, com a ajuda da banda “Remioromen” e a “K”. O drama é um dos melhores que já vi na minha vida, considerando séries e filmes. É uma lição de vida a todos, para que aproveitemos e valorizemos nossas vidas.

Tamanho:  101 MB

Download

Para quem quiser baixar a série indico o link do site abaixo

Download da série

 

Dark Tranquillity – Haven

Dark Tranquillity é uma banda de death metal melódico formada em 1989 por Mikael Stanne e Niklas Sundin. O nome da banda era Septic Boiler, mas pouco tempo depois, se concretizou o nome oficial, dando cara ao novo estilo, juntamente com bandas como At The Gates e In Flames, ambos da Suécia. O estilo foi sofrendo alterações, assim como In Flames, soando um pouco comercial. A banda saiu do Underground na Europa após o lançamento de 1995 “The Galley”. A banda compõe a seleção da cena de metal da cidade de Gotemburgo, onde o estilo foi gerado.

Ano:  2000

País:  Suécia

Membros:

Mikael Stanne − Vocal
Niklas Sundin − Guitarra
Martin Henriksson − Guitarra
Michael Nicklasson − Baixo
Martin Brändström − Teclado
Anders Jivarp − Bateria

Comentário:

Haven é o quinto álbum da banda sueca. É a estreia do guitarrista base Martin Henriksson, que cumpriu bem seu papel. Sempre quando há mudanças no line-up, acredito que a banda recebe a influência do integrante, mas é claro que isso depende da presença do recém-chegado. Porém a verdade é que “Haven” seguiu a linha de mudança do álbum anterior, com alterações mais profundas se comparadas aos primeiros discos como elementos de música pop eletrônica. Isso se comprova desde a introdução da primeira faixa, “The Wonders At Your Feet”, com teclados pouco comuns no estilo. Mesmo com muitas críticas negativas, que a banda estaria perdendo sua essência, ela deslanchou na cena europeia, participando de muitos festivais importantes. Outros destaques na minha opinião são: “Indifferent Suns”, “Feast of Burden”, “Fabric”, “Emptier Still”.

 

01. The Wonders At Your Feet
02. Not Built To Last
03. Indifferent Suns
04. Feast Of Burden
05. Haven
06. The Same
07. Fabric
08. Ego Drama
09. Rundown
10. Emptier Still
11. At Loss For Words

Tamanho:  63 MB

Download

 

Samael – Reign of Light

Samael é uma banda de Black Metal Industrial (depois) e só Black Metal (antes) depois formada pelo vocalista e guitarrista Vorph em 1987. Em meados dos anos 90, a banda incorporou elementos de música eletrônica, fazendo parte do movimento da segunda onda de black metal. Suas letras antes eram mais vltadas pros satanismo, característica do estilo pra depois serem sobre espaço, descobertas, espiritualidade.

Ano:  2004

País: Suiça

Membros:

Vorphalack (Vorph)- Guitarra base, Vocal
Xytraguptor/Xytras (Xy) – Bateria, Teclados
Makro (Mak) – Guitarra
Masmiseim (Mas) – Baixo

Comentário:

“Reign of Light” é o sexto álbum da banda. O disco já possui muitas das influências de música eletrônica, o metal industrial. Caracterizado principalmente por riffs marcantes tanto de guitarras rítmicas quanto de teclados, considero um dos meus álbuns preferidos da banda. Claro que o estilo e bem diferente dos primeiros lançamentos, a voz agora não é tão agressiva e está mais próxima da voz normal e também sem pedais duplos, e, por isso, é o mais lento de todos. Bandas, principalmente deste estilo, geralmente são bem conservadoras e fechadas no estilo que originou-as, e os fãs absorvem essa tradição e por isso bandas como Samael é o tipo de banda que perde muitos fãs, o que não deveria acontecer. Sobre as músicas, minhas favoritas são Inch’allah, High Above, On Earth, Oriental Dawn, têm suas particularidades. Como disse dos riffs, quando não são nas guitarras como na excelente “Oriental Dawn”, são na “On Earth” com a introdução e um refrão poderosos vencem a fraqueza letra do canto meio nonsense.

1. Moongate
2. Inch Allah
3. High Above
4. Reign of Light
5. On Earth
6. Telepath
7. Oriental Dawn
8. As the Sun
9. Further
10. Heliopolis
11. Door of Celestial Peace

Tamanho:  66 MB

Download

 

Arcturus – The Sham Mirrors

Arctutus é uma banda de Avant-Garde metal (ou metal experimental) formada em 1987. Apesar da formação antiga o primeiro álbum foi lançado em 1995. A banda tem como grande característica a liberdade e em seus shows a parte teatral é um ponto forte. As influências são de black metal, o que não é de se espantar, em se tratando de uma banda da Noruega. A banda gravou 4 álbuns até hoje (meados de 2012) e tinham-se separados em 2007, mas voltaram com as atividades em 2011.

Ano: 2002

País:  Noruega

Membros:

Trickster G. Rex – Vocal
Knut M. Valle – Guitarra
Steinar Sverd Johnsen – Teclado
Dag F. Gravem – Baixo
Hellhammer – Bateria
Ihsahn – vocais black metal  em “Radical Cut”

Comentários:

“The Sham Mirrors” é o terceiro álbum da banda segue a linha de som do disco anterior “La Masquerade Infernale” e ambos são considerados os melhores da banda. Como disse na descrição da banda, há uma influência de black metal, porém o vocal usa voz limpa em grande parte do tempo. Porém a harmonização pesada é bem característica do estilodo país, com teclados dando o clima sombrio. Porém, essa é só uma das influências, considero a banda como avant-garde por abranger muitas qualidades com elementos de música eletrônica e música-ambiente. O álbum me lembra um pouco do som atual da banda nórdica Amorphis pela variedade de elementos. A capa do álbum refere-se a nave Apollo e as letras são abstratas com a temática de ficção científica com uma dose de satanismo.

01. Kinetic
02. Nightmare Heaven
03. Ad Absurdum
04. Collapse Generation
05. Star-Crossed
06. Radical Cut
07. For to End Yet Again

Tamanho: 99 MB

Download

 

 

Tony MacAlpine – Maximum Security

Tony Jeff MacAlpine, nascido em 1960, é um guitarrista solista e tecladista norte-americano influenciado por neo-clássico metal (música clássica) e jazz fusion. Seu grande ídolo é Chopin que foi homenageado em alguns de seus álbuns com trechos virtuosos somente no piano. Os projetos que Tony trabalhou são inúmeros como Planet X, CAB, Ring Of Fire, Vinnie Moore, Joey Tafolla e mais.

Ano:  1987

País:  EUA

Membros:

Tony MacAlpine – Guitarra
George Lynch – Guitarra – Solos adicionais nas faixas 3 e 9
Jeff Watson – Guitarra  -Solos adicionais na faixa 6
Mike Mani – Teclado
Deen Castronovo – Bateria nas faixas 1,2,3,5,6
Atma Anur – Bateria nas faixas 4,7,9,10,11

1. Autumn Lords
2. Hundreds of Thousands
3. Tears of Sahara
4. Key to the City
5. The Time and the Test
6. The King’s Cup
7. Sacred Wonder
8. Etude #4 Opus #10
9. The Vision
10. Dreamstate
11. Porcelain Doll

Comentário:

Maximum Security é o segundo álbum de estúdio da carreira solo do guitarrista. Seguindo a linha matadora do primeiro lançamento “Edge os Insanity”, Tony consolida seu talento com o investimento do produtor Mike Varney (produtor de Yngwie Malmsteen e muitos guitarristas virtuosos). Falando em Malmsteen, imagino como na época deve ter surgido comparações entre os dois, por terem influência do metal neo-clássico e pelo fato do sueco ter se lançado antes de MacAlpine. Mas o estilo de MacAlpine é bem diferente, chega mais próximo de Vinnie Moore, mas prefiro não comparar. É raro encontrar guitarristas negros nesse estilo, mas os poucos como também Greg Howe, são destruidores. O álbum tem músicas para todos gostos, as mais emocionantes como “Tears of Sahara” e “Porcelain Doll” com doses de alavancadas na medida certa, que lembram Jason Becker; também tem as mais aceleradas como “Hundreds of Thousands” e The Time and the Test” com melodias incríveis aliadas à técnica irreparável do Tony. Não esquecendo que além de um exímio guitarrista, ele domina os teclados. Basta ouvir a maravilhosa composição de Chopin “Etude #4 Opus #10” para entender o que eu estou dizendo, grandiosa homenagem.

Tamanho:  89MB

Download

 

Daniele Gottardo é um guitarrista italiano que toca música instrumental com estilo metal alternativo, passando por influências de estilos como fusion, neoclássico.  Conheci seu som vendo o Guitar Idol (é um campeonato internacional de guitarristas que começou em 2008. Os competidores participam de 4 rounds entre si, e o prêmio aos finalistas é uma apresentação ao vivo em um grande festival musical em Londres), com sua música sem nome definido na época, chamada Guitar Sbrego, porém ficou com o segundo lugar, perdendo para o brasileiro e excelente guitarrista Gustavo Guerra. Em 2011 criou um concurso parecido com Guitar Idol o qual os participantes improvisariam sobre uma melodia composta por Gottardo, o concurso chama-se Daniele Gottardo’s Competion. A sua maior marca registrada é o uso intenso da técnica two-handed tapping.

Ano:  2010

País:  Itália

01. Marrakech market
02. Piccions
03. Frenzy of Ecstasy
04. Ziprexalake
05. Apocalypse Ape
06. Scarecrow’s Dance
07. Guitar Sbrego
08. Cardiology
09. Caffeine
10. Dick Plays the Blues

Comentário:

“Frenzy of Ecstasy” é o primeiro álbum do jovem guitarrista, também apelidado de Gottyboy. Sua técnica inovadora de misturar a técnica extrema do two-handed com melodias emocionantes como em “Guitar Sbrego” (a primeira vez que ouvi, fiquei fascinado! uma técnica monstruosa com uma melodia perfeita!) ou mesmo em “Cardiology” com sequências épicas. Desde 2008 eu aguardava pra conseguir baixar alguma coisa dele. Em 2010 descobri que ele lançaria esse álbum, mas só mês passado consegui achar isso, é uma verdadeira raridade. A sua característica mais forte gerou uma legião de fãs e “imitadores” pela europa. Hoje em dia podemos procurar na internet vários jovens tocando as músicas do Gottyboy e realmente o considero muito peculiar. Assim como Malmsteen inovou com seu estilo virtuoso neoclássico, acredito com Daniele está criando um estilo muito distinto. Seus fraseados são bem quebrados e nos lembra aquelas passagens de fusion que parecem soar estranhas mas por fim agradam bastante (pelo menos pra mim). “Marrakech Market” é também um grande som, com outras guitarras de fundo, Gottardo usa e abusa (no bom sentido) de sua técnica.

Tamanho:  108 MB

Download

 

The Mark Varney Project é um projeto de Mark de música instrumental o qual ele não toca, apenas é o produtor executivo. Reune grandes nomes como Allan Holdsworth, Shawn Lane, Brett Garsed e Frank Gambale. Pelos nomes, quem conhece um pouco de Fusion já imagina a linha de som que irá ouvir. O projeto trata-se tocar cover de jazz/fusions famosos com outras interpretações, dividindo as faixas entre os grandes músicos. O projeto só lançou dois álbuns: Truth in Shredding (1990) e Centrifugal Funk (1991).

Ano:  1991

País:  EUA

Membros:

Frank Gambale – Guitarra (exceto faixa 7)
Brett Garsed – Guitarra (faixas 2, 3, 8)
Shawn Lane – Guitarra (faixas 2, 3, 5, 7, 8)
Mike O’Neill – Guitarra (exceto a faixa 7)
T.J. Helmerich – Guitarra (faixa 8)
Freddy Ravel – Teclado
Joey Heredia – Bateria
Kevin Ricard – Percussão
Jimmy Earl – Baixo, Arranjo
Steve Tavaglione – Saxofone

 

1. Actual Proof
2. So What
3. Hey Tee Bone
4. Tokyo Blue
5. Splatch
6. Elegant People
7. Lane’s Blitz
8. Lovestruck

Comentário:

Pela primeira vez postando sobre Fusion, espero que não seja a única, quem não conhece e gosta de música instrumental de qualidade técnica, eu recomendo. Sobre o álbum, é o segundo e últmo álbum do projeto, infelizmente. Sinceramente não conhecia as músicas verdadeiras, mas acabei gostando, dessa versão.  O improviso é o ponto mais forte, com músicas longas de uma duração média de mais de 6 minutos, por conta do improviso. Com 5 guitarristas, não preciso nem falar qual é a atração principal né. Shawn Lane, Frank Gambale e Brett Garsed destruindo tudo, principalmente em “Hey Thee Bone”, minha preferida é um virtuose maravilhosa dos três. Não posso deixar de falar também do teclado, do baixo e do saxofone os quais estão bem presentes, como o estilo pede. Digamos que a base é feita por eles e os solos protagonizados pelos guitarristas. Porém isso não restringe nossos ouvidos de ouvir um bom solo dos demais instrumentos, pois isso ocorre. Como disse na descrição as músicas são covers adaptados, com a exceção da faixa 7, de apenas 36 segundos, “Lane’s Blitz” composta por Shawn Lane.

Tamanho:  91 MB

Download

 

The Black Mages é uma banda de metal progressivo, formada em 2002 por Nobuo Uematsu, Kenichiro Fukui e Tsuyoshi Sekito. As músicas são todas originais dos jogos da série Final Fantasy, compostas pelo tecladista da banda Nobuo Uematsu, que reuniu bons compositores para adaptar suas canções para um rock instrumental progressivo. Vale lembrar que os três integrantes que formaram a banda tiveram passagem pela Square(Soft/Enix). A banda gravou três álbuns e encerrou suas atividades em 2010. Para quem já jogou Final Fantasy, ou alguns jogos de RPG, logo já entendem o motivo do nome da banda, uma grande homenagem a uma das séries pioneiras no gênero e que influenciou gerações.

Ano:  2004

País:  Japão

Membros:

Nobuo Uematsu – Teclado
Tsuyoshi Sekito – Guitarra
Michio Okamiya – Guitarra
Kenichiro Fukui – Teclado
Keiji Kawamori – Baixo
Arata Hanyuda – Bateria

 

 

01. The Rocking Grounds” — Final Fantasy III
02. Zeromus” — Final Fantasy IV
03. Vamo’ Alla Flamenco” — Final Fantasy IX
04. Hunter’s Chance” — Final Fantasy IX
05. Otherworld” — Final Fantasy X
06. Matoya’s Cave” — Final Fantasy
07. The Man with the Machine Gun” — Final Fantasy VIII
08. Maybe I’m a Lion” — Final Fantasy VIII
09. Battle with the Four Fiends” — Final Fantasy IV
10. The Skies Above” — Final Fantasy X
11. Blue Blast – Winning the Rainbow” – original composition

 

Comentário:

“The Skies Above” é o segundo álbum da banda. Com uma capa mitológica (como não poderia deixar de ser) estampa a qualidade indiscutível das composições de Nobuo. A adaptação fluiu muito bem, os complementos de sons curtos, transformando em verdadeiras músicas com começo, meio e fim. O estilo oficial da banda é progressivo instrumental, porém houve três convidados vocalistas: Tomoaki Watanabe (“The Skies Above”), Kazco Hamano (“Otherworld”) e a pequena participação na  introdução de “Maybe I’m a Lion” por Alexander O. Smith. Outra exceção ocorreu nesse álbum, há uma composição nova, não originária da série, a última faixa “Blue Blast” que é perceptível que está meio fora dos padrões de videogame. Achei as melhores adaptações: “Zeromus” que é o último boss do FFIV, ficou destruidora. “Matoya’s Cave” surpreendente com sua introdução maravilhosa, evoluindo aos poucos, com uma quebra linda de um blues mostrando as habilidades dos dois tecladistas. E é claro! “The Skies Above”, com a introdução no piano perfeita, tirada da apresentação do jogo FFX, que se transforma em uma outra música depois com um vocal de respeito. No geral, é um excelente álbum, meu preferido dentre os três.

Tamanho:  69 MB

Download

 

Donkey Kong Country

Data de lançamento: 1994
Produtores: Dave Wise, Eveline Fischer, Robin Beanland
Número de faixas: 28
Tempo total: 64:28
Tamanho: 102 Mb
DOWNLOAD

Donkey Kong Country 2 – Diddy’s Kong Quest

Data de lançamento: 1995
Produtores: Dave Wise
Número de faixas: 37
Tempo total: 72:39
Tamanho: 118 Mb
DOWNLOAD

Donkey Kong Country 3 – Dixie Kong’s – Double Trouble!

Data de lançamento: 1996
Produtores: Eveline Fischer, David Wise
Número de faixas: 40
Tempo total: 76:22
Tamanho: 89,7Mb
DOWNLOAD

Comentário:

Um dos jogos mais marcantes da minha infância e de muitos que ocorreu nos anos 90. Com o gênero plataforma, encantando não só as crianças era uma inovação pro gênero na época, pelos gráficos, pelas múltiplas funções (rolar, trocar o parceiro, colocá-lo nas costas, girar cabelo, entre outras). E como o post foi sobre a parte sonora, não posso deixar de comentar sobre ela. A trilha sonora inesquecível, das fases na água, no gelo, nas florestas, nas cavernas, dos chefões, das vozes grossas quando matamos os crocodilos e similares. Acompanhada das belíssimas trilhas sonoras, acho interessante o companheirismo entre os dois heróis, enfrentando outros animais, abismos, às vezes sendo indispensável a ajuda do outro em certas ocasiões. Esses três cds foram lançados juntamente com os jogos, com qualidade melhor que a do jogo, inclusive. Abaixo disponibilizei também os jogos pra quem não conhece ou pra quem conhece matar a saudade do grande sucesso dos anos 90.

Download dos três jogos + emulador ZNES

Lamb of God – Sacrament

Lamb of God é uma banda de Groove Metal, ou metal americano puro formada em 1990. Os membros são bem fixos, apresentando apenas duas alterações em sua estrutura. O nome Lamb of God significa Cordeiro de Deus, que é um sarcasmo para igreja, que ainda conta como suas letras a miséria e política. Lamb of God é um sucesso nos EUA atualmente, liderando a Nova Onda do Metal Americano.

Ano:  2006

País:  EUA

Membros:

Randy Blythe – Vocal
Mark Morton – Guitarra
Willie Adler – Guitarra
John Campbell – Baixo
Chris Adler – Bateria

Comentário:

“Sacrament” é quinto álbum e considerado por muitos fãs como um dos melhores. Com um capa provocativa como essa, me admira que a banda consiga tantos fãs norte-americanos, mas a mim me incentiva a ouvir e as letras são ácidas e os riffs ajudam muito. Mas é muito bom ver uma banda que cresce muito no cenário heavy metal, com um som mais moderno, abordando temas como religião, sem ser black/death/doom metal e relacionados, faça tanto sucesso. Vi shows do DVD “Walk with me in Hell” e do festival “Download Festival” em 2007, e a performance dos integrantes é vibrante, a atitude de todos, invocando uma energia contagiosa, que nos atrai a ir num show da banda. “Walk with me in Hell” é uma daquelas músicas grudentas que você pensa que nunca vai enjoar por ter tantos detalhes e não ficar só em riff básicos com refrões fracos baseados apenas em rima. Ainda segue-se com “Redneck”, “More Time to Kill” e fechando com chave de ouro com “Beating on Death’s Door” com velocidade na medida certa e convenhamos, se fosse o contrário da “Knockin’ on Heaven’s Door” de Bob Dylan, caberia muito bem a antagonia entre velocidade, agressão e crítica.

1. Walk with me in Hell
2. Again We Rise
3. Redneck
4. Pathetic
5. Foot to the Throat
6. Descending
7. Blacken the Cursed Sun
8. Forgotten (Lost Angels)
9. Requiem
10. More Time to Kill
11. Beating on Death’s Door

Tamanho:  84 MB

Download

Fleshgod Apocalypse – Agony

Fleshgod Apocalypse é uma banda de death metal técnico formada em 2007. Possui uma intensa influência de música clássica, o som é tipo um Behemoth com música clássica de fundo, a voz bem parecida e a bateria com seus pedais duplos extremamente rápidos. Ainda conta com vocais limpos do baixista os quais caracterizam a banda como um estilo bem fora do comum. Os temas das letras são Anti-religião, crimes e máfia.

Ano:  2011

País: Itália

Membros:

Paolo Rossi: Baixo, Vocal limpo
Francesco Paoli: Bateria, Guitars,
Cristiano Trionfera: Guitarra, Vocal, Arranjos orquestrais
Tommaso Riccardi: Vocal, Guitarra
Francesco Ferrini: Piano, Orquestra

Comentário:

“Agony” é o segundo álbum de estúdio da banda. É raro, em relação aos outros países e à própria Itália, banda extremas como Fleshgod Apocalypse fazerem sucesso ou terem reconhecimento. Há na Itália o Graveworm que é um black metal sinfônico, novamente com orquestrações. Pode ser uma marca registrada do metal extremo italiano, ou apenas uma coincidência. A mistura da bateria extrema, técnica, com pianos rápidos, vibrantes e até depressivos, como em “The Forsaking”, são contraditórios quando ouvimos alguém nos dizer. Porém, achei uma combinação no mínimo interessante, esse que é o forte do heavy metal, está aberto a infinitas variações, sua abrangência pode proporcionar as combinações mais bizarras e dar certo. É claro que nem todos gostam de combinações extremas como essa, mas as opções aumentam e consequentemente quando buscamos sons novos e peculiares, nunca haverá limites para a criatividade. Sobre as faixas, as que mais me agradaram são “The Hipocrisy”, e a sequência maravilhosa de “The Betrayal” para “The Forsaking”, ambas músicas destruidoras. Interessante citar essa sequência pois as faixas todas têm uma ligação mínima entre elas, lembrando as sinfonias com mais de uma hora.

01. Temptation
02. The Hypocrisy
03. The Imposition
04. The Deceit
05. The Violation
06. The Egoism
07. The Betrayal
08. The Forsaking
09. The Oppression
10. Agony

Tamanho:  119 MB

Download

 

 

Pagan’s Mind – Heavenly Ecstasy

Pagan’s Mind é uma banda de prog/power metal formada em 2000 pelo vocalista Nils K. Rue, pelo baterista Stian Kristoffersen e pelo guitarrista Thorstein Aaby. Segue o estilo escandinavo tradicional que é o power metal com influências até do jazz, com voz marcante do vocalista Nils. Com cinco lançamentos, a banda ainda inclui no seu “currículo” um disco ao vivo em 2009, Live Equation. Suas letras falam de consciência e ficção científica e, como o nome sugere, de deuses antigos.

Ano:  2011

País:  Noruega

Membros:

Nils K. Rue – Vocal
Steinar Korkmo – Guitarra
Jorn Viggo Lofstad – Guitarra
Stian Kristoffersen – Bateria
Ronny Tegner – Baixo

Comentário:

Heavenly Ecstasy é o quinto álbum de estúdio da banda. Sinto às vezes que a tecnologia rouba um pouco da atenção em todos os setores. Por exemplo, um jogo possui recursos gráficos espetaculares, mas só serve pra maquiar o grande fracasso que está por trás. Mas no caso das capas de cds, isso é um ponto a favor, que na maioria das vezes está surpreendendo positivamente, a capa do álbum é bem chamativa e atrai pra ouvirmos. Sempre o nome Pagan’s Mind me interessou, achei a escolha muito boa. Sobre o álbum, de fato, senti uma influência menos prog nesse, as quebradas de “Infinity Divine” e “Celestial Entrance” perderam um pouco do foco. Em algumas músicas parecia uma influência meio heavy, tipo a “Walk Away in Silence”.  Mas algo que a banda nunca perdeu, que acho uma marca registrada, são os vocais distorcidos, editados em estúdio mesmo, dão uma atmosfera futurista, moderna. Meu som preferido é “Intermission”, que inclusive conta com um video, que disponiblizei, logo abaixo.

01. Contact
02. Eyes Of Fire
03. Intermission
04. Into The Aftermath
05. Walk Away In Silence
06. Revelation To The End
07. Follow Your Way
08. Live Your Life Like A Dream
09. The Master’s Voice
10. Never Walk Alone
11. When Angels Unite
12. Create Your Destiny
13. Power Of Mindscape

Tamanho:  154 MB

Download

 

Iced Earth – Dystopia

Iced Earth é uma banda de power metal com traços de thrash/heavy tradicional, fundado pelo guitarrista Jon Schaffer, que é o único membro original no line-up atual. O guitarrista ainda escreve as músicas, com temáticas como um álbum temático sobre o Spawn (The Dark Saga, um dos álbuns mais famosos da banda), horror show. É interessante citar como curiosidade, que o vocalista mais marcante da banda, Matthew Barlow saiu da banda em 2001, inconformado pelo ataque terrorista de 11 de setembro e decidiu ser policial. Voltou a banda anos depois e saiu definitivamente com um show na Alemanha, dedicando mais tempo à sua família.

Ano:  2011

País:  EUA

Membros:

Stu Block – Vocal
Jon Schaffer – Guitarra base, acústica e backing vocals
Troy Seele – Guitarra solo
Freddie Vidales – Baixo e backing vocals
Brent Smedley – Bateria

Comentário:

“Dystopia” é o décimo segundo álbum da banda. Conversando com um amigo nas férias, caimos em uma questão interessante: as músicas da época do The Dark Saga sempre tinham um formato parecido, começava bem suave, com um dedilhado com efeito e de repente vinha um riff com influências thrash/heavy com as vozes agressivas de Matthew. Não sou muito conhecedor da discografia do Iced Earth e me perdoem os fãs da banda se falei algum absurdo. Baixei o álbum com a indicações de ter sido o melhor álbum de power metal de 2011, o que me espantou muito, pois houve, no estilo, muitos bons lançamentos. Mas enfim, não se deve levar esses rankings muito a sério. Entretanto a surpresa foi ótima, foi o álbum que mais gostei, a voz de Stu Block me agradou muito, com aqueles agudos bem à la Tim Ripper, que também passou pela banda. A voz de Block segue a linha de Barlow, mas em minha opinião deram mais vida às músicas. A faixa-título “Dystopia” é um daqueles sons que só se ouve uma vez por ano algo novo desse nível, intro excelente, refrão excelente, ingredientes essenciais para uma música grudenta fazer sucesso. Além de tudo, o que admirei bastante foi esse esterótipo que discuti com meu amigo ter sumido completamente da minha cabeça, o álbum é equilibrado e nada enjoativo.

1. Dystopia
2. Anthem
3. Boiling Point
4. Anguish of Youth
5. V
6. Dark City
7. Equilibrium
8. Days Of Rage
9. End Of Innocence
10. Soylent Green
11. Iron Will
12. Tragedy And Triumph

Tamanho:  112 MB

Download

 

Allen/Lande – The Showdown

Ano:  2011

País:  Suécia/EUA

Membros:

Russel Allen – Vocal
Jorn Lande – Vocal
Magnus Karlsson –  guitarra baixo, teclado
Jaime Salazar – bateria

Comentário:

“The Showdown”, quando lançado, foi um alívio pra mim, pois pensei que não veria a dupla Allen/Lande mais em ação, depois de 3 anos sem nenhuma música nova. Com mais uma capa com luta entre dois seres místicos (será que tem a ver com a monstruosidade dos dois vocalistas? Pergunta que não quer me calar, pois nos três cds isso acontece), já vamos nos preparando para mais um power metal com qualidade. A dupla reveza bem seus potenciais vocais, algumas cantadas exclusivamente por Jorn ou por Russel, mas o melhor mesmo é escutar ambos na mesma faixa. Refrões poderosos são com certeza a maior atração, gostei de todos e ainda as músicas estão mais orquestradas que os cds anteriores e solos mais temáticos e igualmente bons. Destaque enorme pro riff da “Maya”, aquele piano realmente é lindo. As baladas como “Copernicus”, “Bloodlines” são ótimos sons. Mesmo sendo um álbum bom, comparado aos anteriores, achei o mais fraco, não tem aquela força indescritível. Dificilmente algo que sai da boca de Jorn é ruim.

01. The Showdown
02. Judgement Day
03. Never Again
04. Turn All Into Gold
05. Bloodlines
06. Copernicus
07. We Will Rise Again
08. The Guardian
09. Maya
10. The Artist
11. Eternity
12. Alias

Tamanho:  141 MB

Download

Powerglove – Saturday Morning Apocalypse

Powerglove é um banda de power metal formada em 2005. Nasceu como um projeto paralelo de vários artistas. A banda tem como tema as músicas de videogame e desenhos, não é a toa que seu nome, “Powerglove”, é um acessório do controle do nintendinho. O visual da banda segue essa tendência, usam roupas extravagantes, como se fossem heróis de crianças. A banda não compõe, apenas regrava os temas de jogos e desenhos adaptando para o estilo, com a maioria instrumental. O som agrada até mesmo quem não aprecia o estilo, por causa da nostalgia, de ser ouvida de um modo tão distinto do habitual, num clima épico que é o power metal.

Ano:  2010

País:  EUA

Membros:

Chris Marchiel – Guitarra
Nick Avila – Baixo
Bassil Silver – Bateria
Alex Berson – Guitarra

Comentário:

“Saturday Morning Apocalypse” é o segundo álbum de estúdio. Mas não é o segundo trabalho, e sim o terceiro. Em 2005 foi gravado “Total Pwnage” que já tocava clássicos como Mega Man, FInal Fantasy, Mortal Kombat. Sempre com algum ponto forte mais conhecido, e nostálgico para maioria, que apresentam em cada lançamento, e nesse cd foi a “Gotta Catch Em All” clássico do Pokémon que marcou a infância de muita gente( Só não é mais nostálgico porque a música está em inglês, o que não há diferença quando escutamos a versão instrumental). Esse disco ultrapassou a barreira do videogame e desenho, com faixas de filmes como “O Estranho Mundo de Jack” e “Transformers”, mas ainda confio que a banda não perca sua essência maior que é transformar as melodias incrivelmente grudentas para o estilo, desde 2005.

01. X-Men (X-Men)
02. Gotta Catch Em All (Pokémon)
03. The Real Adventures of Johnny Quest (As Aventuras de Johnny Quest)
04. This Is Halloween (O Estranho Mundo de Jack)
05. Batman (Batman)
06. Transformers (Transformers)
07. Inspector Gadget (Inspetor Bugiganga)
08. Heffalumps and Woozles (Winnie The Pooh) (Ursinho Pooh)
09. The Simpsons (Feat. Tony Kakko) (Simpsons)
10. The Flinstones (Flinstones)
11 – Gotta Catch Em All (Feat. Tony Kakko) (Pokémon)

Tamanho:  63 MB

Download

 

Tchaikovsky é um compositor romântico russo, ícone da música erudita de seu país e internacionalmente. Sua música mistura elementos característicos de sua nacionalidade com o ocidente, resultando em um som totalmente distinto. É conhecido por escrever óperas, sinfonias, concertos e obras para piano igualmente ótimas. Ainda compôs para ballet obras memoráveis como Lago dos Cisnes, O Quebra Nozes, A Bela Adormecida.

Ano:  2009

País:  Rússia

Comentário:

O cd é uma reunião de grandes clássicos de Tchaikovsky, infelizmente uma mídia é capaz de comportar apenas 120 minutos e podemos provar de poucas melodias do gênio. As três primeiras faixas são um concerto para a piano, seguindo uma sequência. A primeira, mais longa, com aproximadamente 21 minutos, dentre as três, foi a mais agradável aos meus ouvidos, pois abrangeu mais da versatilidade do compositor, alternando entre frases virtuosas e melodias vivas e emocionantes. Detalhe que a “Valsa, de O Lago dos Cisnes” não é aquela melodia famosíssima, que tocou recentemente no filme “Cisne Negro”.

01. A Allegro Non Troppo e Molto Maestoso – Allegro con Spirito
02. Andantino Semplice – Prestíssimo
03. Allegro con Fuoco
04. Abertura 1812, opus 49
05. Abertura-Fantasia Romeu e Julieta/ 3ª versão, de 1880
06. Valsa, de O Lago dos Cisnes

Tamanho:  130 MB

Download

Paco de Lucía

Paco de Lucía é um violonista de flamenco, assim como um bom espanhol. Com uma família de músicos, também conta com a participação de seus irmãos em alguns cds. É conhecido também por fazer parte do trio com Al Di Meola e John MacLaughlin, gravando até três álbuns com essa seleção de músicos, tudo no violão. Sua característica é a virtuosidade no instrumento, que revolucionou o estilo e abriu espaço para outros estilos ganharem valor em seu país.

Ano:  1981

País:  Espanha

Comentário:

A compilação “Entre dos Águas”, como o próprio nome diz, é uma reunião de grandes sucessos de Paco. Alguns sons, como a própria Entre dos Águas, são bem antigos, sendo essa de 1973 por exemplo. Já abrindo o cd com uma das músicas mais lindas que ja ouvi do estilo, demonstrando toda sua técnica e velocidade. Um ponto forte é sua velocidade sem o uso da palheta, o que o diferencia de tantos outros violonistas. Com a alegria do flamenco, passamos por Rio Ancho, que é um bom exemplo, música bem típica do estilo. Algumas faixas usam seus instrumentos característicos como castanhola, sapateado, é uma amostra da cultura espanhola.

1. Entre Dos Aguas
2. Zorongo Gitano
3. Rio Ancho
4. En La Caleta
5. Convite
6. Monasterio De Sal
7. Panaderos Flamencos
8. Punta Umbria
9. Chanela
10. La Nina De Puerta Oscura
11. Castro Marin
12. Gua Iras De Lucia
13. Mantilla De Feria
14. El Vito

Tamanho:  112 MB

Download