Arch Enemy é uma banda de death metal com muitas influências formada em 1995 pelo guitarra Michael Amott. A banda se divide em três fases 1995-1977, com um frontman, Johan Liiva,  pouco expressivo comparado ao outros integrantes da banda, o som era mais cru com poucas influências de outras vertentes do heavy metal. Com o lançamento do “Burning Bridges” em 1999 marcou uma inovação da banda que é o som mais melódico. A banda gostou dessa mudança e decidiu trocar o vocalista para encaixar um vocal mais condizente com a nova pegada. Para isso, Angela Gossow caiu como uma luva. Com muita presença de palco, rapidamente já ganhou o respeito dos fãs e elevou o nome da banda por todo mundo com o lançamento de “Wages of Sin”. A banda, a partir de então, manteve uma regularidade de bons álbuns.

Ano:  2011

País:  Suécia

Membros:

Angela Gossow – Vocal
Michael Amott – Guitarra
Christopher Amott – Guitarra
Sharlee D’Angelo – Baixo
Daniel Erlandsson – Bateria
Per Wiberg – Teclado

Comentário:

Depois de 4 anos sem lançar músicas inéditas, desde o “Rise of the Tyrant”, a banda lança seu nono disco. A banda cada vez abrindo a mente para novas influências, eu nem considero mais o estilo como death metal e sim uma mistura enorme que resultou em um som inconfundível. A dupla dos irmãos Amott com seus riffs impecáveis, seus duetos maravilhosos é um dos grandes diferenciais comparado a outras bandas com estilo parecido. A introdução “Khaos Overture” já comprova isso que acabei de dizer. Os refrões acompanhando melodicamente a voz agressiva de Angela cria um clima bem interessante, assim como o Amon Amarth faz em grande parte de suas músicas. Acho que o estilo escandinavo tem uma preferência por melodias semelhantes a power metal, não é a toa que a maior porcentagem de grandes bandas da Suécia e Finlândia são de power metal. É uma cultura bem diferente da americana que preza mais por velocidade, agressividade. Como disse é uma questão cultural, seria um pouco pretensioso dizer que a música clássica incentivou esse lado melódico dos europeus, mas acredito que inconscientemente influenciou de geração pra geração. Mas voltando ao cd em questão, do começo ao fim, com 16  músicas, o álbum é forte. Finaliza bem com a “Secrets” (considerando o álbum sem as faixas bônus”) com solos maravilhosos, que nos emocionam.
OBS: a “Cult of Chaos”, no tempo 3:25 é muito igual ao sucesso do Skid Row “18 and life”, claro que nesse contexto não pareceu com nada a música, mas o riff é realmente MUITO parecido.

01. Khaos Overture (Instrumental)
02. Yesterday Is Dead And Gone
03. Bloodstained Cross
04. Under Black Flags We March
05. No Gods, No Masters
06. City Of The Dead
07. Through The Eyes Of A Raven
08. Cruelty Without Beauty
09. We Are A Godless Entity (instrumental)
10. Cult Of Chaos
11. Thorns In My Flesh
12. Turn To Dust (instrumental)
13. Vengeance Is Mine
14. Secrets

Bonus Track:
15. The Zoo (Deep Purple Cover)
16. Snow Bound (Acoustic)

Tamanho:  121 MB

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