Michals Duane nasceu na Pensilvânia, nos Estados Unidos da América, em 1932. Michals cresceu no seio de uma família de emigrantes eslovenos. Começou a interessar-se pela fotografia aos 14 anos, quando iniciou as suas aulas de pintura no Instituto Carnegie. Licenciou-se na Universidade de Denver e matriculou-se na Parsons School of Design, em 1956, com o intuito de se tornar um designer gráfico. Ao fim de um ano começou a trabalhar na área da publicação, embora nunca tenha perdido o interesse pelas belas artes, em especial pelos trabalhos de artistas surrealistas como Magritte e Balthus, e assim como estes inspiradores, Duane também passa através de seus trabalhos muito além de estética. Existe conceitos por trás e as imagens dele acabam contando histórias, como nas obras de fotos sequenciadas, que são suas obras mais famosas.

Paradise Regained 1968

Grandpa Goes to Heaven 1989

Narciso

Mesmo sendo diferente dos outros fotógrafos, por não ter estúdio, conquistou muito por analisar e filosofar em cima de seus trabalhos que retratavam pessoas e ambientes, inclusive gays. Trabalhou para as consagradas EsquireMademoiselle e, a espetacular Vogue.

Suas fotos são bastante exóticas e com conceitos muito diferenciados. Suas obras fizeram com que eu refletisse sobre Mérito e Reconhecimento que os artistas tanto almejavam, mas alguns ainda almejam. Muitas pessoas confundem querer ser reconhecidas com ser a melhor do mundo em alguma coisa. E ser o melhor do mundo, ou fazer tudo para ganhar um prêmio, para quebrar records e ser famosos, não trará felicidade se não o artista não tiver mérito, sentira, certamente, um vazio.

“Photography deals exquisitely with appearances, but nothing is what it appears to be.”

É inegável que as representações de nus proliferam na Pintura, na Escultura ou na Fotografia. Será que o corpo humano é tão belo ou todos os artistas, inclusive Duane, são voyeurs compulsivos?

A linha que separa a arte erótica da pornografia é ténue e a nossa predisposição genética faz com que, em vez de achar belo, nos atraimos sexualmente.

The Unfortunate Man

Em 1995, publicou uma homenagem a Walt Whitman, intitulada “Salute, Walt Whitman”.

 

Álbum Synchronicity dos The Police

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