Título Original:  Moulin Rouge!

País:  EUA

Ano:  2001

Duração:  127 minutos

Gêneros:  Drama, Musical, Romance

Direção: Baz Luhrmann

Roteiro:  Baz Luhrmann, Craig Pearce

Elenco:

Ewan McGregor
Nicole Kidman
John Leguizamo
Jim Broadbent

Formato: RMVB

Tamanho:  412 MB

Legendado:  Português/BR

Sinopse:

Christian (Ewan McGregor) é um jovem escritor que possui um dom para a poesia e que enfrenta seu pai para poder se mudar para o bairro boêmio de Montmartre, em Paris. Lá ele recebe o apoio de Henri de Toulouse-Latrec (John Leguizamo), que o ajuda a participar da vida social e cultural do local, que gira em torno do Moulin Rouge, uma boate que possui um mundo próprio de sexo, drogas, adrenalina e Can-Can. Ao visitar o local, Christian logo se apaixona por Satine (Nicole Kidman), a mais bela cortesã de Paris e estrela maior do Moulin Rouge.

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Comentário:

Existem questões ‘cinematográficas’ que não cabem mais em minha mente, então irei retratá-las em meio à escrita a fim de encontrar as respostas. Começando pelo filme Moulin Rouge, de Baz Luhrmann, lançado em 2001. O encanto, digamos passageiro, que tive por ele, que se inicia na minha infância, mas já foi interrompido.  A pergunta que me veem é: por que tal fascinação?
Ao vê-lo de novo dias atrás, tive um choque de realidade, e vi o filme como realmente é. Seu propósito e a grande decepção que ele é. Fiquei com vontade de assistir o Moulin Rouge de 1952, porque o mais atual, não devia se chamar Moulin Rouge. Com todos os elementos americanos, músicas de Nirvana à Madonna. A história é linda, única e poderia ser muito melhor explorada, muito mais francesa, visto que é no Moulin Rouge. Melhor explorada também tinha que ser a relação entre os protagonistas tinha que ter sido melhor construída. A cena onde Toulouse-Lautrec encontra com Satine é muito forçada, as euforias personificadas em Satine, pela Nicole Kidman, de nada foram sensuais, e sim engraçadas. A primeira cena onde Satine aparece, não consegui mais me simpatizar com ela, por causa da letra da música, e por ela já cair, dando vestígios de que está doente, e isso não surtiu efeito de dó pelo público (eu), por causa da rapidez com que ocorre. A cena de Tango foi maravilhosa e que me tirou lágrimas, poderia ser mais densa e mais longa, porém Luhrmann optou por uma coisa mais superficial. Lembrei que este diretor que filmou Romeu e Julieta, com o Leonardo DiCaprio, e lembrei ambos se assemelham pela modernidade que os preenche. Porém o imaginário, que era para ser criado some, e o que vemos são muitos detalhes, muita música, muito drama, muitos enfeites, que existem para disfarçar o vazio que ali está em seu conteúdo. Então, achei a resposta para a pergunta do porque eu gostava desse filme quando criança. Fui facilmente impressionada pelas cores e quantidades.

NOTA IMDB

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